terça-feira, 17 de agosto de 2010

Um Pensamento de Gandhi

" Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito por aquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a acção. E, quando tudo o mais faltasse, um segredo: O de buscar no interior de si mesma(o) a resposta e a força para encontrar a saída".

Gandhi

sábado, 14 de agosto de 2010

Os Imprescindíveis

Há homens que lutam por um dia e são bons.
Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda,que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida, estes são os imprescindíveis.

Bertolt Brechet

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Um Direito ou não eis a questão do Aborto

A questão de uma mulher abortar, deve ser colocado nos precisos termos dos direitos individuais dos cidadãos.
Ser ateu, cristão, protestante, Jeová, etc, é um direito, é uma liberdade e uma garantia legislativa.
Uma mulher querer ou não querer interromper a gravidez, também É UM DIREITO INDIVIDUAL. Uma mulher não deve estar dependente das opiniões de qualquer outro cidadão, para tomar uma decisão do seu foro intimo. Uma mulher não deve estar dependente da opinião ou decisão de cada momento político. Um direito individual é exercido independentemente das opiniões individuais dos restantes cidadãos. Tal como um qualquer cidadão não deve impedir outro cidadão de escolher, de ter ou de manifestar a sua fé, a sua opção política ou a sua opção sexual, também a mulher tem o mesmo direito, individual, de decidir sobre se interrompe ou uma gravidez.
A interrupção voluntária da gravidez é um direito inalienável da mulher e assim deve ser defendido, garantido e legalmente protegido.
É frequentemente dito pela igreja, que: " uma mulher abortar vai contra a dignidade humana; As mulheres que abortam estão contra a vida", etc, etc. Todos estes impropérios, são lançados para fugirem á questão central, que é a dos DIREITOS INDIVIDUAIS DAS MULHERES.
As hierarquias religiosas são contra os direitos iguais das mulheres e dos homens. Eles, querem ter o direito a dispor da sua fé, não querem estar dependentes das opiniões dos outros cidadãos e não querem que outro qualquer cidadão se intrometa nas suas decisões. Não querem que os outros cidadãos lhes imponham outra via para a sua maneira de pensar, mas querem impor os seus procedimentos, as suas ideias a todos os outros que não pensam como eles.
Eu, sendo ateu, defendo toda e qualquer liberdade religiosa em pé de igualdade, com qulquer outro  direito individual de qualquer cidadão.
As hierarquias religiosas tem um comportamento  igoista e descriminatório quanto á interrupção voluntária da gravidez, assim como quanto aos direitos dos homossexuais ou aos direitos das outras correntes religiosas. Eles querem os seus direitos individuais, mas não querem que os outros tenham os mesmos direitos, que eles. O seu comportamento no mínimo é egoísta. Mas é também discriminatório, quer ter, e na prática até tem, mais direitos que os outros cidadãos. Eles querem mais e mais privilégios. Porque será? A história da nossa sociedade e de muitas outras, demonstram que foram e continuam a ser previligiados em relação aos cidadãos que não perfilham o cristianismo.
Um direito é uma porta aberta para a liberdade, na vida de cada cidadão, por isso não deixemos que os "velhos inquisitores e do Restelo" agora com outras caras mas com os mesmos mantos, nos fechem as portas das liberdades individuais. Aceitar este princípio não é violar a consciência de cada um mas sim defender a consciência de cada um que não pensa como nós.
O direito das mulheres, nomeadamente o direito de abortar, é e continuará a ser uma questão importante. Direi mesmo, que será permanentemente importante. Um direito individual é um direito intemporal e por isso as novas gerações devem agarrar nesta bandeira e não a deixar meter nas fogueiras, em qualquer parte do mundo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Linguagem e Conhecimento

" Os limites da minha linguagem, significam os limites do meu mundo". WIHGESTEIN

Comentário à frase

O nosso mundo ou seja o nosso conhecimento sobre qualquer matéria da sociedade, è revelado no conteúdo e na forma de linguagem e comportamento de cada um.
O mundo em que cada um viveu, as pessoas com que cada um conviveu, certamente que influenciaram, positiva ou negativamente a nossa linguagem.
A linguagem è um acto objectivo, real. Como objectivo e real que é, não deveria ter mais do que uma leitura ou interpretação.Mas, como: " Os limites da linguagem, de cada ser humano, significam os limites do seu mundo (no mundo de cada um será inevitável que a leitura de cada acto objectivo,
não seja também diferente. Logo,a nossa linguagem demonstra os nossos conhecimentos.