terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mente fria,obsessiva e compulsiva da Pobreza!


Steve Paul Jobs nasceu em 1955 no dia 24 de Fevereiro, em Los Altos, Califórnia, Estados Unidos da América. Este cidadão americano foi adoptado por um casal, que contribuíram para a sua educação, de forma positiva. Quando completou 17 anos de idade, terá entrado para a Universidade Reed College, situada em Portland, no Estado de Oregon. Ao fim de 6 meses desistiu, devido a não conseguir suportar os elevados custos.
Aos vinte anos de idade, Steve Jobs, com o seu amigo Steve Wozniak, fundaram a APPLE. Esta empresa, que iniciou a actividade (na garagem dos seus pais) com duas pessoas, passou para 10.000 em dez anos.
Jobs, aos 30 anos de idade, ironicamente foi despedido da APPLE, empresa que ele formara havia dez anos decorridos.
Jobs fundou outras empresas de nome NEXT e PIXAR, que viriam a dar nas vistas.
Jobs casou com uma senhora de nome Laurene Powell, em1991, que conheceu numa Universidade. Foi durante este período que desenvolveu o MAC.
A Xerox desenvolveu o smalltalk, um ambiente gráfico que usava o rato como uma ferramenta a mais de trabalho.
Na APPLE foram cépticos em relação a esta ideia, mas Steve Jobs adoptou e desenvolveu este conceito. Este computador de nome LISA, foi uma homenagem à filha de Jobs.
Steve Jobs, adquiriu a PIXAR Animation Studios da Lucas film, em 1986 e fundou a NEXT CORP. em 1989. A PIXAR, sob a direcção de Jobs (e em parceria com os Estúdios Disney) produziu diversos filmes como “Toy Story”, “ Vida de Insecto”, “ Procurando Nemo” e “Monstros S. A.” Alguns deles foram premiados com um Óscar.
A APPLE, após despedir Steve Jobs, entrou num plano descendente e “lançou a rede” ao peixe, que certamente também se colocou a jeito de ser apanhado.
Com o regresso de Steve Jobs à APPLE, esta começou novamente a recuperar do período de hibernação em que tinha entrado.
Ao ler sobre as vidas profissionais de personagens que partem da pobreza, que fazem da sua vida uma corrida louca de acumulação de riqueza, enquanto milhões de cidadãos vegetam, não vejo esses percursos como empreendedores, dinâmicos e até brilhantes “máquinas” de fazer dinheiro, de fazer fortunas individuais. O que vejo são mentes obsessivas, compulsivas e frias que fogem da pobreza. Por isso desprezam o bem-estar de milhões em detrimento dos seus seres mesquinhos e desprovidos de sentimentos colectivos e solidários.
Eu, pessoalmente, dou mais valor, aliás, dou todo o valor aos cidadãos que se dedicam até com “sacrifício” dos interesses individuais, em prol das causas do bem colectivo, dos cidadãos e do progresso das sociedades, mas solidárias.

Dezembro de 2010



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