terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ESCURINHO OU CLARO?

Como identificar um indivíduo?
 
METAFÍSICA e ESTATISTICAMENTE é um número.

BIOLOGICAMENTE é um organismo.

CIENTIFICAMENTE é um ser com 99,99% de genes compartilhados.

FILOSOFICAMENTE é um ser humano único, mas distinguível da espécie a ser estudada.

SOCIALMENTE o indivíduo é o produto do meio onde vive, na sociedade.

Isto, vem a propósito de Arménio Carlos, e agora João Soares, identificarem o membro do FMI, Abebe Selassie, de escurinho.
Eu pessoalmente pugno pelo combate das ideias, nomeadamente do Troiquiano Abebe. Mas vejamos que a maioria dos membros do FMI, não são da etnia do sr. Selassie, mas precisamente da etnia de Arménio Carlos e João Soares.


Nas ideias, sou adversário de todos eles, mas solidário com todos eles como seres humanos. 



domingo, 27 de janeiro de 2013

A HISTÓRIA DO BURRO





Conta-se: “um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço aparentava estar seco, precisaria de ser tapado. Portanto, não valeria a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou os seus vizinhos para o ajudar a enterrar o burro vivo, dentro do poço. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço.
O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre o burro, ele, sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.”

PARA O GOVERNO, O POVO É O BURRO!


Os governo,PS,PSD e CDS,abriram o poço(dívida externa) ao pedir milhões aos banqueiros internacionais a juros elevadíssimos e que não explicam, porque endividaram tanto o Portugal?
Onde foi aplicado esse dinheiro?Quem lucrou com isso?

 Caímos no poço(dívida externa) aberto pelo regime capitalista,através dos seus governos que se endividaram, especularam, roubaram e os seus amigos banqueiros internacionais que estavam interessados no negócio dos empréstimos, devido aos juros agiotas, agora querem rapidez no pagamento dos juros.

O governo PSD e CDS  joga a terra (desemprego, austeridade, miséria e fome) querendo enterrar-nos vivos.

A cada pá de terra (sacrifícios) que o governo da troica nos atirar para cima para nos matar dentro do poço da crise, devemo-nos levantar em movimentos de rejeição.

Podemos sair do poço profundo (crise da dívida externa) exigindo suspensão de pagamento dos juros até que seja RENEGOCIADO UM NOVO PLANO DE PAGAMENTO A TRINTA ANOS.

Não nos devemos dar por vencidos, devemos sacudir a terra para cima dos governantes e da troica, PARA DEFENDERMOS AS NOSSAS VIDAS.

Governo e troica tratam-nos como Burros, mas todos os animais, mesmo os Burros, SENTEM DOR, SENTEM PRAZER, SENTEM SOFRIMENTO E SENTEM FELICIDADE.

OS BURROS SOMOS NÓS PORQUE QUEREMOS AS NOSSAS VIDAS?



Francisco Tomás
27/01/2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

PARA ESTE PEDITÓRIO O PESSOAL JÁ DEU!



Uma visão sobre o Estado

Os actuais governantes andam a discutir como roubar mais dinheiro aos cidadãos, para pagar os juros agiotas à troica. A esta discussão, dão-lhe o pomposo nome de "refundação do Estado social".
Reflitamos, então, sobre o Estado no seu todo, como superestrutura das sociedades.

O Estado, não existiu sempre; ele é o produto da evolução da produção, que evoluiu para a divisão das sociedades em classes sociais com interesses irremediavelmente opostos.
Pela sua própria origem, o Estado sempre foi e é a superstrutura directamente ligada às condições sociais da produção.

O Estado aparece, desde a sua origem, como o instrumento de dominação, de opressão, dirigido contra os cidadãos oprimidos e ao serviço dos opressores.

O Estado foi e é a força pública organizada das classes dirigentes para conservar e desenvolver os seus privilégios. Foi e é por intermédio do Estado que a dominação e opressão se organizou, aperfeiçoou e espalhou a  todos os domínios, administrativo, militar, policial, judicial, prisional, educacional, social, financeiro etc.

O Estado, pelas suas necessidades de dominação, jogou a mão a tudo o que, na vida social, pode consolidar o seu poder; nomeadamente, a religião tornou-se um precioso e poderoso auxiliar, frequentemente usado como o principal meio de opressão espiritual.

Assim tem sido, também, com a maioria dos ramos do ensino/educação, que tem sido orientado no sentido de favorecer os privilégios das classes dirigentes, e tem contribuído para a domesticação dos espíritos. A moral, os hábitos e costumes, tudo, até mesmo as de ordem artística e estética, tem sido utilizadas para manter e reforçar o poder de dominação sobre os cidadãos anónimos.

O Estado foi e é a superstrutura mais importante, aquela organização de que depende a dominação da violência ou o seu desaparecimento, de todas as relações sociais.

O Estado não existiu desde sempre. Houve sociedades que viveram e trataram das suas vidas sem ele, Estado, que não tinham qualquer ideia nem necessidade do Estado. Mas, com o desenvolvimento económico capitalista, que levou á divisão da sociedade em classes, as classes dirigentes organizaram o Estado como dominação, suprema, sobre os cidadãos.

Hoje, com o agudizar das crises, constantes, do sistema económico capitalista e o agudizar das contradições de interesses entre os capitalistas reprodutivos e especuladores financeiros, aproximam-nos de uma crise geral e permanente, em que temos que optar entre DEMOCRACIA OU FASCISMO.
Hoje temos que optar entre CAPITALISMO OU SOCIALISMO, ENTRE TROICA OU AS NOSSAS VIDAS.
O Estado tem que ser financiado com os impostos que sempre pagamos mas também com os lucros das empresas que dão lucro e que os governos têm vendido e retirado os lucros ao serviço público.
“Para este peditório o pessoal já deu.”É preciso, é fundamental pôr em causa o sistema económico, o Estado capitalista, pois é ai que está o problema, ele não tem solução.
Hoje, mais do que nunca é preciso exigir que todos os sectores estratégicos e lucrativos sejam propriedade pública e utilizar os seus lucros para o bem da maioria dos cidadãos em vez de ficar a engordar os grupos privados.
Hoje, financiar as nossas vidas, reduzir o desemprego, criar empregos, garantir as pensões, é administrar o que é rentável e não vender aos vampiros.
É minha opinião, que deve ser este caminho que devemos abraçar, para defendermos as nossas vidas.
Francisco Tomás

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

UMA VISÃO SOBRE DARWIN










         


Introdução


 Eu, pessoalmente, há muito que queria esmiuçar a transformação de Charles Darwin. Porquê a minha escolha? Pelo facto de não partilhar da visão criacionista do mundo. Desde muito novo que abandonei as explicações criacionistas e  sobre naturais da vida terrena e espiritual. A dureza da vida material, em que uns tinham matéria a mais e outros como eu viviam com pequenos restos de matéria, deu-me uma visão material da vida. Rapidamente aprendi que ficar à espera de milagres não atenua-va nem resolvia os meus problemas. A vida não era uma coisa do destino e não devia ficar à espera mas sim fazer, procurar, transformar, lutar pela sob revivência. Digamos que o instinto de sob revivência me empurrou na direcção de Darwin.
Abracei a pesquisa sobre a vida e obra de Darwin como uma oportunidade de aprofundar conhecimento geral, argumentação, e explicação científica dos acontecimentos evolutivos da natureza e da vida no seu geral.

A Família Darwin

Charles Darwin nasceu em 12 de Fevereiro de 1809. Foi o quinto de seis irmãos, na família de um médico bem-sucedido do interior de Inglaterra.
Seu avô paterno, Erasmus Darwin, uma figura muito respeitada embora controversa, era grande amigo de Josiah Wedgwod, fundador da cerâmica Wedgwod. Esta amizade levou ao casamento do pai de Charles Darwin, Robert Darwin com Susannah Wedgwod, filha de Josiah Wedgwod.



  Escola e Universidade

Darwin estudou desde os nove anos na escola de Shcwsbury. Charles era frequentemente rejeitado como o menino “ que brinca com gases e outras porcarias”. Aos dezasseis anos, esforçando-se para agradar ao pai, Darwin iniciou os estudos de medicina na Universidade de Edinburgh e posteriormente, dedicou-se à teologia em Cambridge.
Darwin não sentia especial atracção pela carreira de médico ou pastor.
Nas Universidades distinguiu-se em Ciências naturais, área em que não se matriculou oficialmente.


  Grande Oportunidade

Após uma expedição geológica pelo norte do país de Gales, Charles Darwin, regressou a casa e tinha um convite á sua espera. Um professor de botânica em Cambridge, informava-o que o havia recomendado como a pessoa mais qualificada que conhecia para o cargo de naturalista na expedição do Navio “Beagle” que se iniciaria brevemente. Esta oportunidade única parecia estar perdida com a oposição do pai. Mas o pai de Darwin cedeu após a insistência do tio Josiah. A 11 de Setembro de 1831 Darwin foi visitar o navio “ Beagle” e o seu Capitão, Robert Fitzroy.



A Grande Viagem




Darwin teve oportunidade de observar diferentes fenómenos da natureza que lhe iam despertando a curiosidade e que viria a ser pilares no desenvolvimento da sua teoria.
Na Argentina, desenterrou ossos de animais já extintos, mas que apresentavam algumas semelhanças com espécies actuais.
No Chile, presenciou um vulcão em plena erupção;
Nas Galá pagos, que apresentava uma fauna e flora peculiares, que lhe proporcionaram o estudo das iguanas, Tentilhões e Tartarugas.
Darwin recolheu e enviou inúmeros caixotes de plantas, insectos, conchas, pedras e fósseis para Inglaterra.



  
 No Brasil, Terra do Fogo e Uruguai

Darwin faz recolhas de Fevereiro 1832a Abril de 1833, por estas paragens. Ele coleccionou pássaros, vários animais e plantas. Para além das recolhas que fazia individualmente, contratou vários rapazes que todos os dias lhe traziam algo de novo e curioso. A 29 de Junho de 1833 rumou a outras paragens com a sua colecção.


 Patagónia, Andes, Pacífico, Austrália e Galá pagos

Darwin explorou todas estas paragens, recolhendo fauna e flora, principalmente no arquipélago de Galá pagos.
Todas as informações recolhidas durante a viagem e os relatórios que os seus colegas preparavam (baseados nas espécies recolhidas e enviadas por Darwin) alertaram-no para algumas questões.
As Tartarugas das Galá pagos eram suficientemente parecidas para terem uma origem comum, quando pertenciam a sete espécies diferentes, e cada espécie vivia numa só ilha. Um fenómeno semelhante acontecia com os Tentilhões. Darwin concluiu que as ilhas tinham sido povoadas a partir do Continente e que as características de cada ilha tinham condicionado a evolução das espécies, levando assim a sua diferenciação.
Esta conclusão levou Darwin a juntar-se à corrente evolucionista, já definida por outros como Lamarck.

Rumando a Casa

O navio “ Beagle” aportou à Austrália e lá permaneceu até 14 de Março de 1836, retido pelo mau tempo.

Casamento ou não

Charles Darwin debateu-se consigo próprio, sobre se devia ou não casar. Ele elaborou, até uma lista de prós e contras. Como solteiro, dizia, ele poderia prosseguir as suas pesquisas científicas sem o peso e preocupações de uma família. Mas os dons e encantos de sua prima Emma Wedgwood foram mais fortes, e a 29 de Janeiro de 1839 celebrou-se o casamento entre eles.

O Refúgio em Downe House

Em 1842, os Darwins mudaram-se para uma propriedade, no povoado de Downe, condado de Kant. A alegria de Darwin não foi total, devido à doença que o tornou se mi-inválido par o resto dos dias da sua vida.
O seu empenho no trabalho científico, funcionava como anestesia, e Darwin e sua família desenvolviam animadas discussões sobre qualquer ramo do conhecimento biológico, físico, etc.

O Grande embate e debate

Sabe-se que a especulação Filosófica sobre a evolução data dos gregos antigos.
Mas até ao século dezoito a discussão não passava disso mesmo, especulação e discussão. Darwin quando iniciou a sua actividade como Biólogo, assim como o seu avô, Erasmus, além de Buffon e Lamarck, viam-se tolhidos pele insuficiência e falta de bases científicas, que as suas opiniões causavam.
Agora Darwin, após a grande viagem que lhe permitiu reunir tantas provas, estava escudado nessa grandiosa base material e factual para fundamentar a sua revolucionária teoria.
Aqui começou o período mais activo da vida de Charles Darwin, com o seu regresso da expedição. Com apenas vinte e poucos anos, tomou o seu lugar entre os principais cientistas da sua época.
No meio científico Inglês, grassava o debate sobre os conceitos da origem da vida.
Segundo Lamarck, todas as espécies tinham evoluído a partir de outras espécies ancestrais. E as novas características adquiridas pelos seres vivos deviam-se à necessidade de adaptação ao meio que os rodeava. Sendo assim, se um órgão ou função de um ser vivo fosse muito utilizado, este tornava-se mais forte, mais vigoroso e de maior tamanho. Mas se um órgão ou função não fosse utilizado, atrofiava e acabaria por desaparecer. Estas características eram, por sua vez, transmitidas às gerações seguintes. A adaptação era progressiva e caminhava para a perfeita interacção com os factores ambientais. Desta forma, Lamarck explicava o tamanho do pescoço das girafas ou dos flamingos.
Darwin veio modificar a teoria de Lamarck tornando-a mais verdadeira.
Segundo esta teoria, o número de indivíduos de uma espécie não se altera muito de geração em geração, pois uma boa parte dos indivíduos de uma geração è naturalmente eliminada, devido à luta pela sobre vivência. Assim os indivíduos que sobrevivem são os mais aptos e os melhores adaptados ao meio ambiente, os outros são eliminados progressivamente. O resultado desta luta é uma selecção natural que ocorre na natureza, privilegiando os melhores dotados relativamente a determinadas condições ambientais. Como as espécies mais favorecidas têm uma maior taxa de reprodução em relação às menos favorecidas, vão-se introduzindo pequenas variações na espécie, que a longo prazo levam ao aparecimento de uma nova espécie. Como os mecanismos hereditários ainda não eram conhecidos, Darwin não conseguia explicar como surgiam as variações dentro das espécies, nem como eram transmitidas às descendências.
Ao mesmo tempo que Darwin definia a sua teoria, o naturalista Wallace enviou-lhe o seu trabalho, com uma teoria muito próxima à sua, para que Darwin desse a sua opinião. Este facto apressou todo o processo e pouco tempo depois, Darwin apresentou a sua teoria e a de Wallace à Linnacan Society.
 Dedicou o ano de 1859 a escrever 4 volumes da teoria, aos quais Darwin chamou (A Origem das Espécies).
 O livro esgotou no primeiro dia de vendas e levantou uma tempestade de ideias que dificilmente se acalmou.
A igreja católica contestou ferozmente a teoria, pois esta desmentia, factual mente, alguns dogmas seculares. Alem disso, reduzia-nos a um universo apenas material onde todo o processo de criação se devia ao ambiente e não ao proclamado Deus.

Reconhecimento e últimos anos

Darwin viveu o suficiente para ver a sua teoria da evolução ganhar aceitação geral. É de Huxley a queixa irónica de que “Será um mundo monótono. As ideias que os homens desprezavam há 25 anos, agora serão ensinadas nos livros escolares”.
Darwin após a publicação de A origem das Espécies, aparentemente abandonou os estudos evolucionistas, dedicando-se à área menos controversa das plantas e minhocas. Mas, na realidade, continuou a acumular evidências para a sua teoria na vida das plantas.
Em 1876 Darwin redigiu uma curta auto biografia, dedicada a seus filhos, em que registou as suas actividades científicas. As suas investigações e experiências levaram-no a fazer muitas descobertas importantes, pelo que è hoje considerado como um dos pioneiros não apenas da teoria da evolução, como também no campo da taxionomia dos percevejos, da fisiologia vegetal e da polinização ecológica.  
Charles Darwin morreu em Downe, Kant, Inglaterra a 19 de Abril de 1882. Os seus colegas cientistas fizeram com que fosse enterrado na abadia de Westminster próximo de outros cientistas, Charles Lyele, William Herschel e Isaac Newton.

 Pensamentos de Darwin em Destaque

·         Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.
·         O homem que tem coragem de desperdiçar uma hora do seu tempo não descobriu o valor da vida.
·         A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana.
·         Não há diferença fundamental entre o homem e os animais nas suas faculdades mentais (…) Os animais, como o homem, demonstram sentir prazer, dor, felicidade e sofrimento.
·         O homem ainda traz em sua estrutura física a marca indelével de sua origem primitiva.
·         Para ser um bom observador é preciso ser um bom teórico.




Conclusão
Nesta viagem, de pesquisa, realizada e que me levou a ler várias opiniões, informação vária e sítios vários na Internet, leva-me a concluir que a teoria da evolução das espécies se baseou nos seguintes conceitos: ORIGEM DA VIDA; provas factuais de evolução a partir de campos biológicos diversos (semelhanças quanto à forma, embrionárias, bioquímicas ou achados paleontológicos); FACTORES DE EVOLUÇÃO: hereditariedade (que conserva os caracteres), variabilidade (mutações, recombinações de genes), SELECÇÃO NATURAL (o meio actua sobre as variações, com os mais fortes a imporem-se aos mais fracos) E ISOLAMENTO.
A teoria do evolucionismo rapidamente se expandiu para além das ciências da vida, a outras áreas do conhecimento Universal.
 Na filosofia, é entendido como lei geral dos seres comum a toda a espécie de existência, em geral ou em particular; na antropologia e na sociologia, estará por detrás da concepção de que o desenvolvimento das sociedades e das instituições seguiu uma certa orientação por várias etapas vencidas por leis facto riais; Mas ele atinge também a política e a história. Mas devido à sua solidez, ele, evolucionismo, abre novas perspectivas e considerações a inúmeros ramos do saber.
O evolucionismo não deixa de se afirmar como uma doutrina dotada de argumentos, para que o ser humano faça uma abordagem constante da sua própria evolução biológica.
O universo e a vida, em todas as suas manifestações, e a natureza nos seus múltiplos aspectos, são cada vez mais entendidos como resultado do desenvolvimento, por oposição às ideias religiosas da criação inicial.
Este trabalho, de mexer e remexer deu-me particular gosto, prazer e interesse em realizar.

Fontes:
  • Wikipédia
  • Antena 1
  • Brasil Escola
Índice
Introdução  2
A Família Darwin  3
Escola e Universidade  3
Grande Oportunidade  3
A Grande Viagem   4
No Brasil, Terra do Fogo e Uruguai 4
Patagónia, Andes, Pacífico, Austrália e Galá pagos 5
Rumando a Casa  5
Casamento ou não  5
O Refúgio em Downe House  6
O Grande embate e debate  6
Reconhecimento e últimos anos 8
Pensamentos de Darwin em Destaque  9
Conclusão  10
Fontes: 1