3 horas de, "duras e sangrentas", negociações, em confortáveis sofás, aparentemente, não levaram nem o insanável (in)Seguro(?), nem o (irre)vogável(?) Coelho, a condenar o TRATADO ORÇAMENTAL. Imediatamente antes de se reunirem, já ambos, concordavam com a continuidade da austeridade europeia.
Pergunto? Apoiando o PS, assim como o PSD/CDS o TRATADO ORÇAMENTAL, onde se encontra a dita "uma divergência insanável", onde? não vi, até hoje, o PS abandonar o acordo com a troika nem repudiar, o pós troika TRATADO ORÇAMENTAL.
Será que teremos aqui um novo episódio a fazer lembrar a demissão "irrevogável?
Estaremos, assim o espero, cá para ver como se comportam os dois apoiantes do pós troika, agora com o nome de TRATADO ORÇAMENTAL, ou seja austeridade, pós austeridade.

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