Introdução
Estamos a participar na elaboração de um trabalho sobre
Nutrição e Alimentação. Neste sentido vamos iniciar uma viagem pelos campos das
pesquisas livrescas e de sítios, vários, na via rápida da internet.
Vamos pois reflectir, trocar ideias, negociar conceitos e
chegar a compromissos para realizar o “cozinhado” final sobre o vegetarianismo,
macrobiótica e vitaminas. Bem-vinda toda esta diversidade para a síntese de
conhecimento nos corpos e nas mentes que se querem sãs. No nosso trabalho assim
como no nosso organismo “nada se cria, nada se perde e tudo se transforma”, ou
não fossemos nós o reflexo e um produto da mãe Natureza.
Vegetarianismo
Vegetarianismo
é um regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de carne (vaca, peixe,
frutos do mar, porco, borrego, cabrito, frango e outras aves, etc.), bem como
alimentos derivados. É baseado fundamentalmente no consumo de alimentos de
origem vegetal, com ou sem o consumo de lacticínios e/ou ovos.
Formas de
vegetarianismo
Há principalmente quatro formas de dietas vegetarianas,
classificadas de acordo com os tipos de alimentos:
Tabela de alimentos consumidos nas principais dietas vegetarianas.
Nome da
dieta
|
Carne
Tolerância 0
|
Ovos
|
Lacticínios
|
Mel
|
Ovolactovegetarianismo
|
Não
|
Sim
|
Sim
|
Sim
|
Lacto
vegetarianismo
|
Não
|
Não
|
Sim
|
Sim
|
Ovo
vegetarianismo
|
Não
|
Sim
|
Não
|
Sim
|
Vegetarianismo
Estrito
|
Não
|
Não
|
Não
|
Não
|
Ovo lacto vegetarianismo
Dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite
e derivados deles. Nesta dieta só há a exclusão de qualquer tipo de carne da
alimentação.
Lacto vegetarianismo
Dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus
derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne. Essa é a
dieta tradicional da população indiana.
Ovo vegetarianismo
Dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal e
ovos, havendo a exclusão dos produtos lácteos e seus derivados e de carne.
Vegetarianismo
estrito
Também chamado de vegetarianismo verdadeiro,
é uma dieta composta unicamente por alimentos de origem vegetal. Vegetarianos
estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, lacticínios, mel,
etc., retirando da dieta todos os produtos de origem animal.
Essa forma de dieta é frequentemente confundida com o
veganismo, mas, embora Vega não seja vegetarianos estritos, não são a mesma
coisa:
"Apesar de [nutricionalmente] classificarmos os
'vegetarianos verdadeiros' apenas pela alimentação, existe uma diferença entre
o Vega no e o vegetariano estrito. Geralmente o Vega no também não utiliza
produtos não alimentícios provenientes de animais, como lã, couro, seda e pele.
Quando falamos em termos [exclusivamente] nutricionais, não faz diferença essa
classificação.”
Enquanto o vegetarianismo estrito é apenas um regime
alimentar, veganismo é respeito aos direitos animais - o que inclui o
vegetarianismo estrito por razões éticas, mas não apenas (circo com animais,
rodeios, produtos testados em animais, e qualquer outra forma de exploração
animal é boicotada pelos Vega nos).
Existem também outras dietas vegetarianas menos comuns como
o Crudivorismo e o Frugivorismo.
Confusão de termos
Vegetarianismo é uma palavra ambígua, ou seja, que tem mais
de um sentido. No sentido de género, fala abrangendo todas as formas de
vegetarianismo. No sentido de espécie, designa o verdadeiro sentido da palavra,
o vegetarianismo estrito (que não consome nenhum produto de origem animal).
Nisso faz-se diversas confusões. As mais comuns são:
simplificar o ovo lacto vegetarianismo por vegetarianismo; e confundir
vegetarianismo estrito com veganismo. Devido a isso emprega-se o termo
"dieta vegan", para indicar a dieta vegetariana estrita. Veganismo não
é dieta alimentar, vegetarianismo sim. O correcto é sempre "dieta
vegetariana". Ao referir-se a alguém que não se alimenta com nenhum
produto de origem animal, usa-se o termo "dieta vegetariana estrita".
Origem e história (Global) do Vegetarianismo
O Homem pré-histórico era principalmente vegetariano.
O
nosso antepassado mais antigo, o Australopitecos, alimentava-se de frutas,
folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com os restantes animais.
Com o domínio do fogo e o desenvolvimento das armas, o Homo
Neanderthalensis, nosso antepassado mais recente, caçava, em grupos de 10 e 15
homens, animais de grande porte como mamutes e outros animais mais pequenos
como veados, dos quais tudo era meticulosamente aproveitado.
Mais tarde, as populações humanas foram criando culturas de
vegetais fixas, que começaram a atrair animais como
Donna Hart, professora de antropologia na Universidade de
Missouri, e Robert W. Sussman, professor de antropologia e ciência ambiental na
Universidade de Washington, argumentam no livro Man the Hunted, vencedor do
W.W. Howells Award em 2006, que os nossos antepassados eram presas de outros
animais. Segundo os autores, o crescimento do cérebro ocorreu muito antes de a
carne vermelha fazer regularmente parte da dieta do Homem.
O vegetarianismo tem origem na tradição
filosófica indiana, que chega ao Ocidente na doutrina pitagórica. Nas raízes
indianas e pitagóricas do vegetarianismo são ligadas a noção de pureza e
contaminação, não correspondendo com a visão de respeito aos animais. Mahavira,
fundador histórico do Jainismo, era vegetariano rigoroso, tal como os seus
seguidores. Siddártha Gautama, o Buda, era vegetariano e não permita que os
seus discípulos consumissem carne. Da mesma forma, Asoka, o imperador budista,
recomendou o vegetarianismo e proibiu o sacrifício de animais.
Egipto
No Egipto, por volta de 3200 AC, o
vegetarianismo foi adoptado por grupos religiosos, que acreditavam que o acto
de não se alimentarem de carne criava um poder kármico que facilitava a
reencarnação.
Pré-historia
O Homem pré-histórico era principalmente vegetariano e, se
comprimirmos toda a evolução da humanidade na vida de uma pessoa de 70 anos, o
consumo de carne só aparece nos últimos nove dias.
Estilhaços de História
Em 1901 foi criada a primeira sociedade vegetariana na
Rússia. Em 1905 foi criada a primeira Sociedade Vegetariana em Espanha. Em 1908
foi fundada em Dresden, Alemanha, a União Vegetariana Internacional
(International Vegetarian Union, IVU), uma organização sem fins lucrativos
destinada a promover o vegetarianismo.
Em 1911 foi fundada a Sociedade Vegetariana
de Portugal, com sede no Porto.
O vegetarianismo surgiu há cerca de 5 milhões
de anos atrás. Os nossos antepassados, mais antigos, alimentavam-se de frutas,
folhas e sementes, vivendo em perfeita harmonia com os animais mais pequenos,
que poderia facilmente apanhar para se alimentar.
Pitágoras e Platão advogavam a não crueldade para com os animais. Eles verificaram que as vantagens de um regime vegetariano eram imensas e que este regime era a chave para a coexistência pacífica entre humanos e não humanos, focando que o abate de animais para consumo embrutecia a alma das pessoas. Os argumentos de Pitágoras a favor de uma dieta sem carne apresentavam três pontos: veneração religiosa, saúde física e responsabilidade ecológica. Estas razões continuam a ser citadas hoje em dia por aqueles que preferem levar uma vida mais saudável.
Pitágoras e Platão advogavam a não crueldade para com os animais. Eles verificaram que as vantagens de um regime vegetariano eram imensas e que este regime era a chave para a coexistência pacífica entre humanos e não humanos, focando que o abate de animais para consumo embrutecia a alma das pessoas. Os argumentos de Pitágoras a favor de uma dieta sem carne apresentavam três pontos: veneração religiosa, saúde física e responsabilidade ecológica. Estas razões continuam a ser citadas hoje em dia por aqueles que preferem levar uma vida mais saudável.
O Cristianismo primitivo, com raízes na tradição judaica,
viu o vegetarianismo como um jejum modificado para purificar o corpo. Isto
influenciou as restrições dietéticas, como o vegetarianismo, muito comuns no
comportamento cristão da época. E estas crenças pagãs foram transmitidas ao
longo dos anos de uma forma ou de outra - por exemplo, a proibição de carne (excepto
peixe) da Igreja Católica Romana nas sextas-feiras, durante a
Quaresma. Desde então, no decorrer da Idade Média, todos os seguidores das
filosofias evolucionistas que eram contra o abate e abuso dos animais, eram
considerados fanáticos, hereges e frequentemente perseguidos pela Igreja e
queimados vivos. O mundo medieval considerava que os vegetais e cereais eram
comida para os animais. Somente a pobreza compelia as pessoas a substituírem a
carne pelos vegetais.
A carne era o símbolo de status da classe alta. Quanto
mais carne uma pessoa pudesse comer, mais elevada era a sua posição na
sociedade. Com o virar do século XX, a população britânica encontrava-se ainda
num estado de pobreza. A Sociedade Vegetariana, durante a crise de 1926,
distribuía alimentos às comunidades mais carenciadas - o vegetarianismo e o
humanitarismo estiveram sempre proximamente relacionados. Devido à escassez de
alimentos durante a Segunda Guerra Mundial, os britânicos foram encorajados a
cultivarem os seus
próprios vegetais e frutas. A dieta vegetariana manteve a população, e a saúde
das pessoas melhorou muito durante os anos de guerra.
Nos anos 50 e 60 do
século XX, muitas pessoas tomaram consciência do que se passava nas unidades de
produção intensiva, introduzidas após a guerra. O vegetarianismo tornou-se mais
apelativo quando as influências orientais se espalharam pelo mundo ocidental.
Durante as décadas de 80 e 90, o vegetarianismo ganhou um novo ímpeto, quando o
desastroso impacto que a super produção capitalista estava a causar no planeta
se tornou mais evidente. Os assuntos ambientais dominaram os noticiários e
estiveram durante muito tempo em primeiro plano na política. O vegetarianismo
começou a ser encarado como parte de processo para uma melhor conservação dos
recursos do planeta.
Mais
recentemente, assuntos como as importações de gado foram motivo de oposição ao
consumo de carne por parte de muitas pessoas. Preocupações em relação à saúde
surgiram quando as pessoas se aperceberam de que os animais para consumo estavam
infectados com doenças como a “doença das vacas loucas” (BSE), listeria e
salmonelas.
Desde os anos 80 do
século XX, a consciência popular tem-se focado cada vez mais num regime de vida
mais saudável e sustentado. O vegetarianismo passou então a ser mais associado
à saúde e dados cada vez mais concretos apontaram a carne como causa de
inúmeras doenças.
Como é óbvio, não foi nem é a carne em si
mesma, a causa das doenças. A causa deve ser encontrada no sistema de super
produção capitalista. É o sistema de mercado, é a gula capitalista que na sua
ânsia de vender, vender, ganhar, ganhar mais e mais, tudo manipulam para
acelerar as produções, e por arrastamento provocam todos os problemas de saúde
pública que lhes estão associados.
Consequentemente, o não consumo de carne e de outros
produtos de origem animal foram associados à não-violência, ao respeito pelos
animais, a uma alimentação mais equilibrada e os produtos de origem vegetal
ganharam mais adeptos.
Desde então organizações de defesa dos animais e de promoção
do vegetarianismo começaram a ganhar cada vez mais força e a desenvolver acções
mundiais. Os benefícios do vegetarianismo têm sido evidentes ao longo de todas
as culturas, e uma dieta exclusivamente à base de vegetais tem mantido a população
humana desde há milhões de anos atrás.
Com a evolução do processo de globalização a crescer de
forma exaustiva, com muitos recursos a decrescerem e com sectores capitalistas
a verem no vegetarianismo uma fonte de rendimento, o vegetarianismo começa a ser
considerado por muitos como uma solução para os problemas alimentares e irá
influenciar grandemente o futuro das gerações que se seguem.
DIETA VEGETARIANA SIM OBRIGADO
Cuidados necessários
Os cuidados mais importantes a tomar numa dieta vegetariana
dizem respeito à vitamina B12, ao cálcio e aos ácidos graxos ômega 3. Os dois
primeiros devem ser considerados com especial atenção por vegetarianos
estritos; o terceiro deveria ser uma preocupação de todos, inclusive
não-vegetarianos.
Vitamina B12
Deficiência de vitamina B12 pode causar anemia e danos ao
sistema nervoso.
Nenhum alimento de origem vegetal contém vitamina B12 em
forma utilizável por seres humanos. No passado, acreditava-se que alimentos
como espirulina, algas marinhas, levedura de cerveja ou produtos fermentados à
base de soja (como Tempe e misso) poderiam conter vitamina B12. Hoje sabe-se
que isso não acontece.
Consumir diariamente 3 fontes de vitamina B12, como, por
exemplo, 1 copo de leite (250mL), 185ml de iogurte, um ovo grande ou 1 copo
(250mL) de leite de soja enriquecido com vitamina B12.Consumir diariamente um
suplemento vitamínico contendo entre 5 e 10mcg de vitamina B12, ou consumir
semanalmente um suplemento contendo 2000mcg de vitamina B12.
Consumo
ocasional de leite ou ovos não supre as necessidades de vitamina B12.
Cálcio
Alguns estudos sugerem que a absorção de cálcio numa dieta
vegetariana estrita seja melhor que naquelas que incluem alimentos de origem
animal. No entanto, é recomendado seguir os valores diários de 1000 mg.
Alimento
|
Porção
|
Leite ou iogurte
|
½ Copo (125 ml)
|
Leite de soja enriquecido com cálcio
|
½ Copo (125ml)
|
Queijo
|
20 g
|
Tahini (pasta feita de sementes de sésamo)
|
2 Colheres de sopa 30ml
|
Brócolos, folhas de mostarda (cozidas)
|
1 Copo (250ml)
|
Brócolos, Folhas de sésamo (crus)
|
2 Copos (250ml)
|
A tabela ao lado
mostra exemplos de alimentos ricos em cálcio e de porções que incluem cerca de
10% do valor diário recomendado. É aconselhado a ingestão de pelo menos 8
porções deste tipo ao dia.
Por sua vez, o Dr.John Mc Dougall explicou que as plantas,
que estão carregadas de minerais em quantidades suficientes para construir os
esqueletos dos maiores animais da terra (o elefante, o hipopótamo, a girafa, o
cavalo, a vaca), possuem cálcio
Suficiente para desenvolver os ossos relativamente pequenos
do ser humano. O Dr. McDougall afirmou que a observação de que biliões de
pessoas desenvolvem esqueletos adultos normais sem consumir leite de vaca ou
suplementos de cálcio deveria ser suficiente para deixar toda a gente
descansada em relação à adequação de uma dieta vegetariana estrita, mas que
infelizmente esse não é o caso, devido à propaganda enganosa da indústria do
leite. Escreveu ainda sobre os inúmeros
malefícios do consumo de leite.
As melhores
fontes vegetarianas de cálcio são os vegetais e legumes de folhas verdes
(brócolos, couve de Bruxelas, couve-galega, etc. a excepção é o espinafre, cujo
cálcio é de difícil absorção), feijões, tofu, figos secos, amêndoas, sementes
de chia, sementes de sésamo, taine, sementes de girassol, e rabanetes. Dos
alimentos referidos, os mais ricos são as sementes de chia (1,010 mg) e as
sementes de sésamo (1,404 mg). Os «leites» vegetais também costumam conter
cálcio. Muitos outros alimentos vegetarianos contêm cálcio, mas em menor
quantidade que os atrás mencionados.
Ferro
O ferro está presente numa grande quantidade de alimentos
vegetarianos, como por exemplo as lentilhas, o feijão preto, o feijão-frade, o
feijão de soja, o caju, o espinafre, as sementes de girassol, o pão de trigo
integral, vários cereais de pequeno-almoço, o grão-de-bico, as sementes de
abóbora, as passas, a quinoa e a beterraba. Um vegetariano que tome 50
miligramas ou mais de vitamina C na mesma refeição em que consome alimentos ricos
em ferro, faz com que a absorção de ferro duplique. A salsa é também bastante
rica em ferro e outros minerais, assim como em várias vitaminas. Convém no
entanto referir que a salsa deve ser consumida crua, já que parte das suas
vitaminas se perde com a cozedura. Outro alimento muito aconselhável é a aveia,
uma vez que para além de ser rica em ferro, ainda possui cálcio, proteínas,
fibras e vitaminas.
Zinco
Nas dietas vegetarianas o zinco pode ser
obtido através de cereais integrais, nozes, pistachos, amêndoas, cajus,
pinhões, sementes de abóbora, sementes de sésamo, sementes de chia, sementes de
linhaça, cevada, vegetais de folhas verdes e ervilhas. As nozes e as sementes
são os alimentos vegetarianos mais ricos em zinco.
Ómega 3
É recomendado o consumo de 2 porções diárias de alimentos
ricos em ómega 3, como por exemplo:
1 Colher de chá (5mL) de óleo de linhaça;
3 Colheres de sopa de óleo de canola ou de soja;
1 Colher de sopa (15mL) de linhaça moída;
Outras fontes vegetais de ómega 3 são:
sementes de linhaça (também contêm ómega 6, mas em menor quantidade), sementes
de chia, sementes de cânhamo, nozes, vegetais de folhas verdes (estes últimos
em menor quantidade).
Por sua vez, o ómega 6 pode ser obtido
através de óleo de semente de uva, sementes ou óleo de girassol, sementes ou
óleo de abóbora, sementes ou óleo de sésamo, cânhamo, nozes, feijão de soja,
óleo de feijão de soja, etc.
Alguns alimentos vegetais contêm tanto ómega 3 como ómega 6.
São eles: a soja, o cânhamo e as nozes. Os legumes de folhas verdes escuras
(por exemplo espinafres, salsa, brócolos), e as algas, contêm pequenas
quantidades dos ácidos gordos essenciais. As bebidas de soja e os iogurtes de
soja, assim com algumas manteigas vegetais, também contêm ácidos gordos essenciais.
É importante lembrar que a dieta vegetariana, tal como a
dieta omnívora, devem ser ricas e variadas.
Mais Razões para uma dieta vegetariana
Razões éticas - O respeito pela vida
animal. Os defensores dos seus direitos consideram injusta e cruel a
matança e o sofrimento de animais para consumo humano, por causa da violência
que esse processo envolve. Muita gente não sabe que os animais abatidos sangram
até morrer. Diariamente, são mortos milhares de pintos machos, só porque não
produzem ovos. Alguns são esmagados. Outros são sufocados. Os activistas mais
radicais consideram o abate de vacas assassinato e o de vitelos, infanticídio.
Questões dietéticas - Quem sofre de níveis altos de
colesterol não tem grandes alternativas. A melhor maneira de reduzir o consumo
de gordura é evitando a carne. O nível de colesterol ingerido pelos
vegetarianos é cerca de 20% mais baixo.
Perigo
para a saúde pública - A divulgação de notícias sobre potenciais perigos
para a saúde pública levou muita gente a deixar de frequentar os talhos e as
peixarias. Em causa está o alarmismo provocado pelo aparecimento de casos de
porcos com peste suína africana, de frangos com nitrofuranos, de vacas com
encefalia bovina espongiforme e de peixes contaminados com mercúrio.
Preocupações
ambientais - Metade das florestas tropicais foram, nas últimas décadas,
dizimadas e transformadas em pastos para gado. Há quem diga que, se estivessem
apenas vocacionados para a cultura de vegetais e cereais, os nossos terrenos
férteis alimentariam, na mesma proporção, mais seres humanos. Cem hectares de
terra produzem carne que alimenta 20 pessoas, mas podem produzir trigo
suficiente para alimentar 240. Como se não bastasse, os produtores de carne
estão entre os maiores poluidores da água.
Convicções religiosas - Há milhares de pessoas que
não se alimentam de carne por razões meramente religiosas. Os Hindus consideram
as vacas sagradas e não as comem. A maioria segue uma dieta exclusivamente
vegetariana. O Budismo faz a apologia do vegetarianismo, mas admite o consumo
moderado de carne de porco. A lei judaica interdita ainda as ostras. A Igreja
Católica, no passado, além dos jejuns, também limitava a ingestão de carne.
Esta só se comia em dias festivos e em casos de doenças.
COMO SE DEVE TER UMA
BOA DIETA VEGETARIANA
Servir carne e peixe a todas as refeições
tornou-se prática corrente nas últimas décadas. O número de pessoas que sofrem
de obesidade e colesterol aumentou. O consumo geral de vegetais e legumes
diminui. O resultado é uma carência de fibras, vitaminas e sais minerais. Esses
são, juntamente com as proteínas e com os hidratos de carbono, os nutrientes
essenciais em qualquer regime alimentar. Uma boa dieta vegetariana deve ser
rica em proteínas, em fibras e em alimentos baixos em calorias. Contidas na
carne, nos ovos e nos produtos lácteos, as proteínas de origem animal fornecem
muitos dos aminoácidos de que o organismo necessita. Em contrapartida, também
concentram um elevado número de gorduras.
Os legumes secos e os cereais devem
ocupar um espaço importante na sua alimentação. O problema é que não contém
todos os aminoácidos necessários. Têm menos que os das proteínas de origem
animal. Devem assim, por isso, ser combinados com outros alimentos que os
tenham em quantidades necessárias. Só assim o organismo pode formar proteínas
completas.
Apesar dos seus benefícios, os médicos e os nutricionistas desaconselham o regime vegetariano a crianças, idosos e mulheres grávidas.
Apesar dos seus benefícios, os médicos e os nutricionistas desaconselham o regime vegetariano a crianças, idosos e mulheres grávidas.
AS MELHORES COMBINAÇÕES
Há toda uma série de associações que podem
ser feitas para equilibrar a ingestão de proteínas e suprimir as suas
carências. Cada país tem as suas combinações próprias. Os Indianos têm o hábito
de cozinhar o arroz com lentilhas. Os Mexicanos misturam o milho com o feijão.
Há países do Médio Oriente que juntam o trigo e o grão. Há, no entanto, outras
que se podem e devem fazer:
Arroz + tofu
Massas + queijo
Muesli + leite
Pão + manteiga de amendoins
Cuscuz + grão
Cereais + queijos
Paté de lentilhas + pão
Verduras + cereais
Gelatina (vegetal) contém dez dos aminoácidos do nosso
organismo
Quem não ingere ovos
nem lacticínios deve ter cuidados redobrados, porque, apesar das suas
vantagens, as proteínas vegetais são mal assimiladas pelo organismo.
No entanto, estas combinações não têm de ser todas feitas na mesma refeição.
Basta que esses alimentos sejam ingeridos ao longo do dia.
Reforço de Argumentos e Conceitos pelo Vegetarianismo
Muitos vegetarianos
defendem que o ser humano está mais apto a consumir comida vegetariana do
que a alimentar-se com a carne de animais. Diversos naturalistas célebres, como
John Ray, Carolus Linnaeus, Georges Cuvier e Richard Owen sustentaram este
ponto de vista. John Ray, por exemplo disse: o homem de maneira nenhuma tem a
constituição de um ser carnívoro. A caça e a velocidade não são naturais para
ele. O homem não tem nem os dentes pontiagudos nem as garras para matar a sua
preza. Pelo contrário, as suas mãos são feitas para colher fruta, bagas e
vegetais e os seus dentes apropriados para mastiga-los.

Através do exame da
fisiologia e da anatomia humana concluem que a dieta natural do homem é
naturalmente vegetariana. Um dos argumentos consiste em afirmar que o ser
humano sente repugnância ao ver animais mortos e que o cheiro das carcaças
animais não nos desperta apetite, ao passo que os animais que se alimentam de
carne apreciam o cheiro da carne crua. Há muitos séculos que os vegetarianos
desafiam os não vegetarianos a apanhar os animais que comem, a mata-los e a
come-los crus, tal como fazem os animais na natureza. Veja por exemplo os
escritos de Plutarco Gassendi e de Percy Bysshe Shelley. Em Portugal a defesa deste ponto de vista era levada a cabo pelo
médico Amílcar de Sousa: "Da velha
confusão de teorias médicas, da grande época obscura do empirismo, como um
dogma da ciência de então, uma forma errónea e cheia de preconceito, como se
fora um mandado religioso e por isso mesmo eivado de má fé, surgiu com esta
frase perturbante: O homem é omnívoro. Como à boca se pode levar tudo que se
queira, daí resultou essa monstruosidade
detonante da humanidade! Desde a forma dos dentes à capacidade do estômago
e às dimensões do intestino, como dados anatómicos em referência à comparação
da série animal de que o homem é primaz – tudo demonstra que o género humano
não é omnívoro. A dentadura é semelhante à dos símios antropóides que se
alimentam de frutos; e se os obrigarmos a serem carnívoros, imediatamente
estigmas de degenerescência se notam, doenças de pele, a queda dos pelos, o
reumático e outras manifestações de artritismo. A alimentação humana tem sido
desvirtuada pelo preconceito."A carne não é o alimento do homem. Para o
ser, devíamos poder matar os animais com as mãos e garras, e triturarmos os
ossos ou lacerar os músculos ainda quentes com os dentes, como faz a hiena.
Desprovidos de armas cortantes e do artifício da culinária, o homem não pode
utilizar-se da carne nem do peixe."
Recentemente, dois conceituados antropologistas, Donna Hart
e Robert Wald Sussman, puseram de lado a teoria de que o ser humano
pré-histórico era caçador no polémico livro Man the Hunted: Primates,
Predators, and Human Evolution, acrescentando novos argumentos à causa
vegetariana.
Vegetarianismo e nutrição
Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma
motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana
equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir
o risco de doenças cardiovasculares e também evitar alguns tipos de cancro,
entre outras razões. Segundo estudos recentes, os vegetarianos têm menos
probabilidade de desenvolver cancros do que as pessoas que consomem carne. De
acordo com os cientistas, as carnes vermelhas e as carnes processadas, como o
fiambre e o toucinho estão ligadas à ocorrência de cancro do intestino, e 3,700
casos desta doença seriam prevenidos todos os anos no Reino Unido se toda a
gente consumisse menos de 70g de carne processada por semana. Segundo esse
mesmo estudo, deixar de beber álcool, comer muita fruta, vegetais e fibra ajuda
a prevenir o cancro dos intestinos.
Segundo a organização médica Physicians Committee for
Responsible Medicine (PCRM) o consumo de carne contribui para uma maior
ocorrência de impotência sexual, pois esse alimento entope as artérias, sendo
aconselhada pela organização a adopção de uma dieta vegetariana como ajuda na
resolução desse problema.
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos
produtos animais que chegam ao mercado. Alguns animais criados para consumo
humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de
crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega
à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e
rios podem tornar a carne de peixe igualmente insegura. Todas as toxinas e os
químicos que existem na água concentram-se no peixe, e quando ingerimos a sua
carne ingerimos essas substâncias, que incluem mercúrio, chumbo, pesticidas,
arsénio, e muitas outras. Cientistas da Harvard School of Public Health
descobriram que o mercúrio existente no peixe pode causar danos irreversíveis
no cérebro das crianças, tanto às que se encontram no útero, com às que estão
em desenvolvimento.
Uma das novas razões de saúde, são as recorrentes crises da
indústria alimentar, como a das vacas ou a da gripe aviaria, que levam muitas
pessoas a adoptar uma dieta diferente.
Quanto aos vegetais, frutas, verduras e legumes também há a
preocupação com a infinidade de agros tóxicos, que podem ser tão prejudiciais à
saúde quanto as hormonas empregues nos animais [carece de fontes?] Segundo
o Dr. Benjamin Spock, uma boa razão para consumirmos alimentos de origem
vegetal é que os animais tendem a concentrar pesticidas e químicos na sua carne
e leite, ao passo que os alimentos vegetais, mesmo não sendo orgânicos, contêm
muito menos contaminação. De acordo com um estudo publicado no New England
Jounal of Medicine, o leite de mães vegetarianas contém apenas 1 ou 2% dos
pesticidas que foram encontrados no leite de mães não vegetarianas. Devido ao
processo de Bio-acumulação os químicos têm tendência a acumular-se nos tecidos
dos animais que estão mais alto na cadeia alimentar. Por isso, quanto mais
subimos na cadeia alimentar mais concentrados se tornam os químicos tóxicos, o
que leva a grandes quantidades na carne e no peixe. Por exemplo, a vaca ao
consumir plantas e grão com pesticidas e outros poluentes absorve essas
substâncias, que se vão juntar com as drogas e hormonas geralmente
administradas a esses animais; o peixe que comemos consumiu outro peixe mais
pequeno que por sua vez consumiu algas contaminadas, e estes factores (entre outros)
levam a que os não vegetarianos tenham um nível de pesticidas muito mais
elevado do que os vegetarianos. Ao comerem no topo da cadeia alimentar os seres
humanos tornam-se os receptores da maior concentração de pesticidas venenosos. De
facto, a carne contém 13 vezes mais DDT (químico para matar insectos) do que os
alimentos vegetais.
Há que se ter muita higiene antes de preparar os alimentos,
sejam eles quais forem, lembrando que os vegetais são uma fonte indispensável
de vitaminas e de saúde.
O consumo de carne e peixe é igualmente propício à
propagação de parasitas, como por exemplo a ténia. Mesmo que a carne seja
cozinhada é frequente que as bactérias não sejam destruídas, sendo estas
notáveis fontes de infecção.
De acordo com o Nutrition Institute of América "a carne
de uma carcaça animal está carregada de sangue tóxico". Mal o animal é
morto dá-se um processo de putrefacção e de decomposição extremamente rápido.
Além disso (a carne em processo de decomposição), ao contrário da comida vegetariana,
passa muito lentamente pelo sistema digestivo humano, estando em constante
contacto com os órgãos digestivos. O Dr. José Lyon de Castro escreveu que a
carne contém agentes tóxicos e numerosos venenos provenientes do anabolismo,
que são altamente nocivos ao organismo. Acrescentou que mal o animal é abatido,
formam-se venenos devido à decomposição cadavérica, e que até no frigorífico,
que aguenta a carne por algum tempo, esta altera-se a cada hora passada.
Referiu que o fígado e os rins são os órgãos que mais se afectam pelo consumo
frequente de carne, que é um alimento pobre em minerais, vitaminas, e em
hidratos de carbono (exceptuando a gordura). O Dr. Pedro Indíveri Colucci
(1879-1987), que desaconselhava todos os tipos de carne principalmente devido
ao facto de esses alimentos produzirem ácido úrico, escreveu que "a carne
proveniente dos animais novos, contem ainda mais purinas do que a de animais
adultos, assim como todas as carnes denominadas brancas produzem mais ácido
úrico do que as vermelhas" e que "a carne, seja de que espécie for,
irrita o tubo digestivo e causa hipercloridria, a obstipação, a enterite muco
membranosa, a apendicite e torna-se particularmente perigosa para aqueles que
têm os rins e o fígado alterados".
Hoje em dia as vacas são estimuladas com uma hormona de
crescimento bovino para produzirem cerca de dez vezes mais leite do que seria
normal. Por isso sofrem frequentemente de mastite, uma inflamação da glândula
mamária que é muito dolorosa. Quase todo o leite é contaminado com pus, e quando
as vacas são tratadas com antibióticos estes podem ser transferidos para os
humanos através do leite. Os investigadores concluíram que um copo
de leite de vaca contém desde uma a sete gotas de pus, o que é perigoso porque
o pus contém bactérias.
CONCLUSÃO
Este
grupo teve a seguinte metodologia na elaboração dos trabalhos: Começamos pelas
vitaminas, onde nos coube falar da vitamina
E a K, Fósforo e sal mineral,
para além do trabalho de Vegetarianismo
e Dieta Macrobiótica.
Falando
sobre a vitamina E, que é uma
vitamina que previne: os danos celulares ao inibir a peroxidação lipídica, a
formação de radicais livres e doenças cardiovasculares; Melhora a circulação
sanguínea, regenera tecidos e é útil no tratamento de seios fibrocísticos,
tensão pré-menstrual e claudicação intermitente; É, ainda, possível obter dos
alimentos as doses de vitamina E que combatem doenças cardíacas e o cancro,
além de aumentar a resistência imunológica. Está provado cientificamente que as
pessoas que consomem verduras, nozes e óleos vegetais, têm probabilidade muito
menor de desenvolver a doença de Parkinson. Entre as melhores fontes naturais
de vitamina E estão: sementes de girassol, espinafres, amêndoas e pimentões.
A vitamina K é necessária principalmente
para o mecanismo da coagulação sanguínea, que nos protege de sangrar até à
morte a partir de cortes e feridas, bem como contra as hemorragias internas. É
essencial para a síntese da protrombina, uma proteína que converte o
fibrinogénio solúvel em circulação no sangue numa proteína bastante insolúvel
chamada fibrina, o componente principal de um coágulo sanguíneo. As melhores
fontes de vitamina K na dieta são os vegetais de folhas verdes, tais como
folhas de nabo, espinafres, brócolos, couve e alface.
A
vitamina K é necessária principalmente para o mecanismo da coagulação
sanguínea, que nos protege de sangrar até à morte a partir de cortes e feridas,
bem como contra as hemorragias internas.
O Fósforo é o único nutriente que não
existe na atmosfera, sendo unicamente em forma sólida nas rochas. Ao
mineralizar-se, é captado pelas raízes das plantas o qual se incorpora a cadeia
trófica dos consumidores, devolvendo ao solo, nos excrementos ou através da
morte.
É
utilizado para prevenção e tratamento de doenças como osteoporose, artrite
reumática, artrite, artrose, cálculos renais. A combinação destes fosfatos
também pode ser utilizada como antioxidante e solubilizante. Também é
extremamente benéfico para as funções mentais (memória e raciocínio).
Seguiu-se o trabalho sobre Vegetarianismo e Dieta Macrobiótica.
O
Vegetarianismo é um regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de
carne (vaca, peixe, frutos do mar, porco, borrego, cabrito, frango e outras
aves, etc.), bem como alimentos derivados. É baseado fundamentalmente no
consumo de alimentos de origem vegetal, com ou sem o consumo de lacticínios
e/ou ovos.
Existem
quatro dietas Vegetarianas. Sendo
que a verdadeira (ou integral) é aquela que é composta unicamente por alimentos
de origem vegetal.
O
Vegetarianismo surgiu há cerca de 5 milhões de anos atrás. Os nossos
antepassados, alimentavam-se de frutas, folhas e sementes, vivendo em perfeita
harmonia com os animais mais pequenos, que poderia facilmente apanhar para se
alimentar.
Bem-vinda
toda a diversidade para a síntese de conhecimento nos corpos e nas mentes que
se querem sãs. No nosso trabalho assim como no nosso organismo “nada se cria,
nada se perde e tudo se transforma”, ou não fossemos nós o reflexo e um produto
da mãe Natureza.
Uma
dieta macrobiótica consiste em
adequar os alimentos energicamente segundo as necessidades de cada indivíduo,
tendo em conta a idade, o sexo, a actividade física e o estado de saúde.
Esta
dieta pratica-se a partir de uma disciplina inicial, com o objectivo de
proporcionar a cada um através de uma reeducação do organismo, os meios para se
libertar dos maus hábitos, vícios e condicionamentos alimentares impostos por
uma sociedade consumista, de modo, a alcançar o bem-estar físico e psíquico.
A
palavra "macrobiótica" vem da raiz grega e significa "vida
longa".
O
criador dessa filosofia foi George Ohsawa, que acreditava que a simplicidade é
a chave para uma saúde óptima.
Os
alimentos são classificados com qualidade yin (que utiliza - eleva) e yang (que
densifica - aterra), objectivando o equilíbrio (o ponto de harmonia) em todos
os aspectos da vida do praticante.
A
Macrobiótica é rica em cereais integrais, legumes, leguminosas, sementes e
raízes, tudo sendo harmonizado pelo equilíbrio entre os alimentos que são yin
ou yang.
Normalmente,
as pessoas interessadas na dieta macrobiótica estão à procura de uma maneira
saudável de se alimentar que integra física, espiritual e saúde planetária.
Porque com pouca gordura e alta fibra esta dieta é frequentemente recomendada
para o cancro e outras doenças crónicas, a dieta macrobiótica tem sido usado
por pessoas com essas condições.
Para
finalizar, foram muitas horas de pesquisas para apresentar este trabalho, o
qual nos enriquecerá de bom grado nos conhecimentos adquiridos.
Fontes:
- http://www.centrovegetariano.org/Article-439-Vegetarianismo%2Bem%2BPortugal%253A%2Bum%2Bs%25E9culo%2Bde%2Bhist%25F3ria.html
- Http://www.tefal.pt/Tefal+magazine/Hot+topics/Cozinha+Vegetariana/Pages/Vegetarianismo.htm
- Http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetarianismo
- Http://alimentacao-vegetariana.blogspot.com/2008/01/o-porqu-de-uma-alimentao-vegetariana.html





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